Moradores de 32 bairros de Campinas devem redobrar os cuidados contra o mosquito Aedes aegypti nesta semana. As regiões aparecem no 41º Alerta Arboviroses de 2026, elaborado pela Secretaria Municipal de Saúde para indicar locais onde há maior necessidade de prevenção e combate à dengue. Entre 1º de janeiro e 13 de outubro, Campinas registrou 4.131 casos confirmados da doença. Até o momento, não houve mortes por dengue no município neste ano. Veja os bairros incluídos no alerta Região Leste Vila Costa e Silva Vila Miguel Vicente Cury Parque Taquaral Alto Taquaral Região Noroeste Conjunto Habitacional Parque da Floresta Conjunto Habitacional Parque São Bento Jardim Bassoli Núcleo Residencial Precisa D'Oeste Jardim Florence II Região Norte Real Parque Jardim São Gonçalo Vila Santa Isabel Jardim Independência Região Sudoeste Chácara Campos Elíseos Parque Ipiranga Jardim Alvorada Jardim Novo Campos Elíseos Residencial Souza Queiroz Jardim Bandeiras II Jardim Melina Região Sul Jardim Nossa Senhora de Lourdes Vila Saltinho Jardim Stella Jardim Noêmia Parque Residencial Carvalho de Moura Região Suleste Jardim São Vicente Jardim São Gabriel Jardim Bom Sucesso Vila Formosa Jardim Centenário Jardim Antônio Von Zuben Fundação Casa Popular Estar fora da lista não significa ausência de risco O alerta é utilizado para direcionar ações de prevenção e reforçar a comunicação com moradores de áreas que apresentam indicadores mais preocupantes. A própria Secretaria de Saúde ressalta que as orientações valem para toda a cidade, inclusive para bairros que apareceram em alertas anteriores ou que ficam próximos das regiões listadas nesta semana. Para definir os locais de atenção, são considerados fatores como incidência de casos, identificação de novas transmissões, densidade populacional e dificuldades encontradas pelas equipes para acessar imóveis. Campinas já realizou mais de 1,3 milhão de visitas Entre janeiro e 30 de setembro, as equipes responsáveis pelo combate às arboviroses realizaram 1.312.532 visitas a imóveis para eliminação de criadouros e ações educativas. Também foram contabilizadas 53.382 visitas para aplicação de inseticida por nebulização costal. O trabalho envolve agentes comunitários de saúde, agentes de controle ambiental e profissionais de empresa contratada para ações de prevenção. Maioria dos criadouros está dentro das residências Um dos principais desafios continua sendo eliminar recipientes que acumulam água. Segundo levantamento citado pela Prefeitura com base em dados da Secretaria de Estado da Saúde, cerca de 80% dos criadouros são encontrados dentro das casas. Isso torna a participação dos moradores essencial para reduzir a circulação do mosquito. O que verificar em casa Alguns cuidados simples podem reduzir o risco de proliferação do Aedes aegypti: - eliminar qualquer recipiente com água parada; - descartar corretamente latas, pneus e outros materiais; - manter caixas-d'água bem vedadas; - limpar calhas e lajes; - retirar pratos de vasos de plantas ou higienizá-los regularmente; - manter vasos sanitários sem uso fechados; - observar quintais, garagens e áreas externas após períodos de chuva. O mosquito também pode transmitir outras arboviroses, como Zika e chikungunya. Fonte Informações divulgadas pela Secretaria Municipal de Saúde de Campinas no 41º Alerta Arboviroses de 2026.
Dengue: 32 bairros de Campinas estão em alerta de maior risco de transmissão
Campinas tem 32 bairros classificados com maior risco para transmissão de dengue, segundo o 41º Alerta Arboviroses de 2026. A cidade soma 4.131 casos confirmados neste ano e, até 13 de outubro, não registrou mortes pela doença.
